Feijóo: “não podemos aceitar o fascismo no país”

Rede TVTter, novembro 14, 2017 10:49pm

Os últimos dias foram marcados por dois episódios de intolerância: um pedido de morte do ex-presidente Lula e ataques à filósofa norte-americana Judith Butler. A escalada do fascismo no país é o tema do comentário de José Loepz Feijóo.

‘Se alguma coisa tem que morrer no Brasil é o ódio, é o preconceito’, diz Feijóo

São Paulo – “Se alguma coisa tem que morrer no Brasil é o ódio, é o preconceito, são essas ideias fascistas, que não fazem bem à sociedade e que assassinam a civilização”, afirmou ontem (14) o comentarista político do Seu Jornal, da TVT, José Lopez Feijóo. Segundo ele, não podemos “aceitar calados que o fascismo continue prosperando da maneira como vem acontecendo no Brasil. Feijóo fez referência a dois novos episódios de intolerância que marcaram os últimos dias – um pedido de morte do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ataques à filósofa norte-americana Judith Butler.

“Uma conhecida revista semanal [Istoé], publicou no fim de semana uma matéria cuja manchete é ‘Lula tem que morrer’. O autor é o jornalista e escritor Mario Vitor Rodrigues. Ele publicou essa matéria inconformado com o fato de que o ex-presidente Lula continua sendo o político mais querido da população brasileira e líder de todas as pesquisas de intenção de voto para 2018. E aí então ele abertamente prega o ódio e o assassinato desta importante liderança política, reconhecida nacional e internacionalmente”.

“O inconformismo deste jornalista e escritor infelizmente não é uma exceção”, disse ainda Feijoó. “A mídia brasileira tem sido o veículo propagador de verdadeiras ondas de ódio e preconceito a que nós estamos assistindo prosperar no Brasil. Uma filósofa americana acabou de ser perseguida no aeroporto, Judith Butler, por uma desmiolada de direita que a atacava por não concordar com o pensamento dessa filósofa. Isso é inaceitável, assim como é inaceitável que um conhecido jornalista externe através de um vídeo o seu preconceito contra os negros”.

Fonte: Rede Brasil Atual

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