🔴 Conde na TVT: 53 anos de invasão do Ruth Escobar, com Zé Celso e grande elenco

Ato político-cultural-digital ‘53 anos da invasão do Teatro Galpão (Ruth Escobar)’

“Forçam a barra para levar a nação a um regime de terror e violência” (Plínio Marcos)

A frase, dita pelo ator e autor teatral Plínio Marcos, em 1968, até que cai bem aos dias de hoje. Faz referência à invasão que o Comando de Caça aos Comunistas, o CCC, promoveu ao Teatro Galpão (hoje Ruth Escobar), há 53 anos, quando agrediram atores e pessoas do público que assistiam à peça Roda Viva, escrita por Chico Buarque.

Para lembrar aquele momento do país, a Geração68 – sempre na luta convida artistas e todos os que defendem a democracia e rejeitam a volta da ditadura, da censura e do autoritarismo, a participarem do ato político cultural “53 anos da invasão do Teatro Galpão”, neste 17 de julho, na Rua dos Ingleses, 209, em frente ao Teatro Ruth Escobar, às 17h, e depois na Live do Conde, às 20h, com transmissão simultânea pela TVT de SP.

Dulce Muniz é atriz, dramaturga, diretora e militante política. Começou sua carreira profissional no Teatro de Arena em São Paulo, com Heleny Guariba, Augusto Boal e Cecília Boal. Também trabalhou com os diretores: Antônio Abujamra, Márcio Aurélio, Silnei Siqueira, José Posse Neto, Djalma Limonje Batista entre outros. Ganhou os prêmios: Governador do Estado, APCA e o título de cidadã paulistana. É diretora artística do Teatro Studio Heleny Guariba há 24 anos. Participou da Fundação da Cult, do PT, foi diretora do sindicato dos artistas, sindicato dos radialistas e cooperativa paulista de teatro

Adriano Diogo é ge��logo sanitarista formado pela USP. Iniciou sua militância política em 1963. Participou da resistência à ditadura militar e da luta pela anistia e pelos direitos humanos. Foi deputado estadual por três vezes seguidas pelo Partido dos Trabalhadores, em 2002, 2006 e 2010.

Luiz Eduardo Greenhalgh é advogado, formado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Atua em causas humanitárias e tem sua biografia associada à defesa de presos políticos durante a ditadura civil-militar brasileira, envolvendo-se no caso de diversas lideranças sindicais e políticas. Neste período também advogou para importantes jornais alternativos de resistência. Como militante de direitos humanos colaborou com diversas mobilizações da sociedade civil em oposição ao regime, dentre elas a fundação do Comitê Brasileiro pela Anistia (1976), do Comitê Brasileiro de Solidariedade aos Povos da América Latina (1980) e a coordenação do projeto “Brasil Nunca Mais” (1979-85).

Celso Frateschi é um ator, professor, diretor teatral e político brasileiro, tendo atuado no teatro, cinema e televisão e sendo proprietário do Teatro Ágora. É filiado ao Partido dos Trabalhadores, tendo sido secretário de cultura de algumas prefeituras e também presidente da Funarte.

Deixe um Comentário

comentários