🔴 Dia Internacional de Apoio às Vítimas de Tortura #AOVIVO

Consequências da Impunidade dos agentes da ditadura.

Dia Internacional de Apoio às Vítimas de Tortura – 26 de junho de 2021

Criada em 1997 pela Organização das Nações Unidas (ONU), a data relativa ao Dia Internacional de Apoio às Vítimas de Tortura marca a assinatura da Convenção contra a Tortura, por diversos países, que ocorreu em 26 de junho de 1987.

Neste 26 de junho, o Movimento “Vozes do Silêncio contra a Violência de Estado” realiza o evento CONSEQUÊNCIAS DA IMPUNIDADE DOS AGENTES DA DITADURA, em parceria com o grupo Prerrogativas (Prerrô). O objetivo é chamar a atenção para o fato de que o pacto nacional de impunidade dos agentes da ditadura está no cerne do atual cenário de violência policial e de fragilidade democrática.

O Movimento é um coletivo do qual fazem parte dezenas de entidades, entre elas o Instituto Vladimir Herzog, o Núcleo Memória e Tortura Nunca Mais. Surgiu em 2019, com a 1° Caminhada do Silêncio no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. A Caminhada, inspirada em eventos similares realizados nos países vizinhos, foi o maior ato público contra a ditadura militar após a Constituição de 1988, reunindo mais de 10 mil pessoas em torno das pautas por Memória, Verdade, Justiça e Reparação. Para assistir ao vídeo-resumo da caminhada, que conta com todos os recursos de acessibilidade (legendas, janela com intérprete de Língua de Sinais e audiodescrição), acesse https://vozesdosilencio.com/filme-primeira-caminhada-2019/

Com a chegada da Covid19, a Caminhada do Sil��ncio foi suspensa, mas o “Vozes do Silêncio” segue atuante. Entre outras iniciativas, em 31 de março deste ano, lançou a campanha #ReinterpretaJáSTF para somar-se aos reiterados pedidos para que a Lei da Anistia seja reinterpretada e que os perpetradores de violência cometidos durante o regime de exceção sejam responsabilizados.

Nesse sentido, a parceria com o Prerrô, que possui grande prestígio junto à comunidade jurídica, é muito bem-vinda para que o tema seja cada vez mais debatido.

Sobre o Movimento, acesse: https://vozesdosilencio.com/

Para ler e assinar o manifesto #ReinterpretaJáSTF: http://chng.it/8SWWDdNd

Para que não se esqueça. Para que não siga se repetindo. Ditadura Nunca Mais!

Convidados

Carlos Ayres Britto é jurista, advogado, magistrado, professor e poeta brasileiro. Foi ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2003 a 2012, tendo sido presidente daquela corte e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2012.

Foi, também, professor da Universidade Federal de Sergipe. Atualmente é professor nos cursos de mestrado e doutorado do Centro Universitário de Brasília (UNICEUB) e presidente do Centro Brasileiro de Estudos Constitucionais dessa instituição.

É autor de diversas obras jurídicas e de poesia. Conferencista requisitado, é membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas e da Academia Sergipana de Letras.

Joel Luiz Costa é advogado. Formou-se em direito com a ajuda do pai, que sustentava a família atuando no tráfico de drogas da favela do Jacarezinho, uma das maiores comunidades do Rio de Janeiro. Depois da formatura, o pai de Joel deixou o comércio de drogas e foi viver numa cidade do interior do estado.

José Miguel Wisnik é músico, compositor e ensaísta brasileiro. É também professor de Literatura Brasileira na Universidade de São Paulo. Graduado em Letras (Português) pela Universidade de São Paulo (1970), mestre (1974) e doutor em Teoria Literária e Literatura Comparada (1980), pela mesma Universidade.

Wisnik estudou piano clássico durante muitos anos, mas optou pela faculdade de Letras. Apresentou-se pela primeira vez como solista da Orquestra Municipal de São Paulo aos 17 anos, interpretando o Concerto nº 2, de Camille Saint-Saëns. Em 1968 participou do Festival Universitário da extinta TV Tupi, com a canção Outra Viagem, cantada por Alaíde Costa e gravada posteriormente por Ná Ozzetti.

Mediação

Eugênia Gonzaga é procuradora da república e mestre em direito constitucional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Sua principal atuação é na área de direitos humanos com ênfase na defesa dos direitos das pessoas com deficiência e na promoção de temas relacionados à justiça transicional: direito à verdade, à responsabilização e à memória no tocante aos crimes contra a humanidade cometidos durante a ditadura militar. Eugênia preside a Comissão Especial Sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, vinculada à Secretaria de Direitos Humanos do Governo Federal

Apresentação

Gustavo Conde, mestre em linguística pela Unicamp e apresentador do Canal do Conde.

#ReinterpretaJáSTF
#RedeTVT

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