“2022 será o ano da virada democrática” – Carlos Minc

Carlos Minc é geógrafo, professor, ambientalista, político, ex-guerrilheiro e economista brasileiro.

Descendente de família judaica, aos dezoito anos, cursando o Colégio de Aplicação da UFRJ, foi vice-presidente da Associação Municipal dos Estudantes Secundaristas (AMES-Rio), cargo de liderança no meio estudantil em plena ditadura militar.

Ex-guerrilheiro, por sua participação em atos da esquerda armada contra o regime foi preso em 1969. Integrante da organização clandestina VAR-Palmares, onde militou ao lado de Dilma Roussef, participou em 18 de junho de 1969, na cidade do Rio de Janeiro, do roubo de um cofre pertencente ao ex-governador de São Paulo Ademar de Barros (considerado pela guerrilha como símbolo da corrupção), de onde foram retirados 2,5 milhões de dólares.

Foi libertado em 1970, juntamente com outros 40 prisioneiros políticos libertados em troca do embaixador da então Alemanha Ocidental, Ehrenfried von Holleben, que fora sequestrado pela Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e pela Ação Libertadora Nacional (ALN), e exilado. Retornou ao Brasil em 1979 através das concessões da lei da anistia.

Em 1978 Minc terminou o curso de mestrado em Planejamento Urbano e Regional, pela Universidade Técnica de Lisboa. Doutorou-se em Economia do Desenvolvimento na Universidade de Paris, em 1984.

É membro-fundador do Partido Verde (PV), juntamente com Fernando Gabeira e Alfredo Sirkis, tendo sido eleito deputado estadual em 1986. Em 1989, por ocasião das eleições presidenciais daquele ano, rompeu com Gabeira, que era candidato pelo PV, e passou a apoiar Luiz Inácio Lula da Silva, filiando-se ao PT, legenda na qual se abrigou até 2016, quando deixou o partido. Atualmente, é filiado do partido PSB. Foi reeleito deputado estadual em 1990, 1994, 1998 e 2002, quando obteve a sua votação mais expressiva de todos os tempos.

Defensor do socialismo libertário, Minc também declara que uma de suas bases programáticas é o direito das minorias e o meio ambiente.

É autor de inúmeras leis aprovadas pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, das quais muitas são voltadas para a defesa do meio ambiente enquanto outras têm mais a ver com a cidadania.

Recebeu o Prêmio Global 500, concedido pela ONU às pessoas que se destacaram na defesa do meio ambiente em âmbito mundial.

Nas eleições de 2006 reelegeu-se consecutivamente mais uma vez para o cargo de deputado estadual, somando 78.311 votos.

Com o pedido de demissão da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, em 13 de maio de 2008, foi convidado para assumir o ministério. O convite foi anunciado oficialmente no dia seguinte pelo porta-voz da Presidência da República Marcelo Baumbach. A cerimônia de posse ocorreu em 27 de maio de 2008 no Palácio do Planalto.

Em 31 de março de 2010 deixou o ministério para concorrer novamente ao cargo de deputado estadual. Reelegeu-se ao cargo na Alerj, pelo PT, com 87.210 votos.

Em janeiro de 2011 assumiu pela segunda vez o cargo de Secretário do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro. Em abril de 2014 retomou seu mandato na Alerj, onde hoje ocupa a presidência da Comissão de Combate às Discriminações e Preconceitos de Raça, Cor, Etnia, Religião e Procedência Nacional.

Nas eleições de 2018, Carlos Minc foi reeleito deputado estadual para a 12ª legislatura (2019–2023) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). No pleito, como candidato do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Minc obteve 38.416 votos.

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