A origem do termo ‘sulear’, com Márcio D’Olne Campos | Podcast do Conde

Marcio D’Olne Campos é Professor Colaborador na UNIRIO (Museologia e Patrimônio Cultural – PPGPMUS). Ele é também Pesquisador Colaborador do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), da UENF-CCH (Sociologia Política – LESCE) e do Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas (NUFEP-UFF).

É Graduado em Física (1965, PUC-RJ) e Doutor em Física de Sólidos (1972, Montpellier, França). Na UNICAMP foi Professor do Instituto de Física (1972-92), do Departamento de Antropologia e do Doutorado em Ciências Sociais na área “Itinerários Intelectuais e Etnografia do Saber” (IFCH-1993-98). De 1999 a 2004 foi Professor Visitante no “Programa de Estudos Interdisciplinares de Comunidades e Ecologia Social (EICOS / Instituto de Psicologia UFRJ)”, no Centro de Ciências do Homem (UENF) e, na UFES, no Departamento de Ciências Sociais e no Núcleo de Educação Aberta a Distancia ([email protected]) da UFES.

Desde os anos 80, interessa-se pelas relações entre sociedades e natureza sob os aspectos educacional (formal e não-formal), antropológico e etnográfico. Estas relações envolvem conceitos como ritmos, marcadores (naturais e sociais) de tempos e formas de percepção ambiental no âmbito das relações céu–terra observadas entre populações locais. A abordagem é prioritariamente etnográfica e refere-se a saberes locais, técnicas e práticas cotidianas, às vezes pautada pela etnoastronomia e pela arqueoastronomia. As pesquisas envolvem sobretudo populações indígenas e costeiras. Entre projetos de educação não-formal, são de sua concepção o ALDEBARÃ: Observatório a Olho Nu – UNICAMP (1986), as Praças-Observatório (Araras e Peruíbe 1991, SP) e a proposta SULear.

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