Cozinhas comunitárias na Argentina podem fechar por falta de comida

A busca por cozinhas comunitárias aumenta à medida que a crise se aprofunda. Quase metade dos argentinos é pobre, em um país com inflação de 211% em 2023. Os movimentos sociais que administram muitos desses centros dizem que, entre dezembro e fevereiro, o número de pessoas que buscam esse apoio aumentou em pelo menos 50%. Sem um cronograma claro para retomar a entrega do auxílio, a Igreja e organizações sociais exigem que o governo encaminhe alimentos para as cozinhas comunitárias. A ministra do Capital Humano, Sandra Pettovello, que tem uma queixa-crime por não ter entregue alimentos há dois meses, anunciou um acordo de assistência alimentar com igrejas evangélicas por cerca de US$ 200 mil e, pouco depois, comunicou um acordo semelhante, de quase o dobro, com a Caritas Argentina, organização dependente da Igreja Católica.

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