Discurso de Fux após ameaça de Bolsonaro foi duro, mas preserva Augusto Aras

Em entrevista à Rádio Brasil Atual, Rogério Dultra dos Santos, professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense e membro da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), analisou o discurso do presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Luiz Fux, após ameaças feitas por Jair Bolsonaro à Suprema Corte nos atos de 7 de Setembro. Para o especialista, a postura de Fux foi dura, mas preservou o procurador-geral da República, Augusto Aras, ao apontar somente a prática de crime de responsabilidade por parte do presidente da República. Dultra destaca que Bolsonaro também cometeu crime comum nos protestos da última terça-feira. E, por isso, Aras deveria cumprir o seu papel que é o de apresentar denuncia ao STF. Assista ao vídeo e confira a análise política na íntegra.

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