Jovem negro condenado depois de falso reconhecimento por foto terá habeas corpus julgado no STJ 🎙

José Carlos Abissamra Filho, advogado criminal, diretor do IDDD (Instituto de Defesa do Direito de Defesa), fala que casos como esse têm sido cada vez mais comuns e, em linhas gerais, acontecem pelo não cumprimento do procedimento de reconhecimento de suspeitos previsto no artigo 226 do Código de Processo Penal. Abissamra explica que o reconhecimento falho tem produzido injustiças em razão das chamadas “falsas memórias” e é razoável acreditar que uma vítima, pelo trauma da violência, possa se confundir. Assista entrevista completa

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