Meu endereço é a luta: Direito à moradia exige mobilização das periferias ao centro | Megafone

O Megafone desta semana apresenta produções da @PeriferiaemMovimento em parceria com o LabJuta e reportagem da @apublica.

00:00 – MEU ENDEREÇO É A LUTA: Direito à moradia exige mobilização das periferias ao centro

Mais de 70 famílias que vivem no Morro do Ketchup, em Parelheiros (Extremo Sul de São Paulo), estão ameaçadas de despejo desde fevereiro de 2023. Apesar de muitas pessoas alimentarem a esperança de que “nada vai acontecer” com elas, a notificação acendeu o alerta para Tiago Salvador, 34 anos, salgadeiro e líder comunitário na comunidade. O histórico mostra que o receio é justificado, em especial em áreas de preservação ambiental, como é o caso desse loteamento irregular. A própria União dos Movimentos de Moradia (UMM) estima que mais de 10 mil famílias correm risco de despejo na zona Sul paulistana. A única saída é a luta coletiva, feita pelas comunidades e movimentos a partir dos territórios até o centro da cidade, onde o poder está instituído. “O que existe para nós, pobres, é a união e a luta”, reforça Felícia Mendes, líder comunitária na Chácara do Conde, distrito do Grajaú (também no Extremo Sul). O bairro foi construído a partir da mobilização popular, com direito a ocupações e manifestações desde o início dos anos 1990. Mas ainda falta muito para o direito de fato se concretizar, como nos conta Felícia. A luta não acabou!

11:48 – Cara Gente Branca Periférica

A quebrada une, mas a cor separa: Luta contra racismo precisa de engajamento de pessoas brancas periféricas. Apesar da ideia difundida de que vivemos em uma democracia racial, é preciso dizer: não somos iguais, nem mesmo na pobreza. Isso porque vivemos sob a branquitude, um sistema de poder que favorece pessoas brancas em todos os campos da sociedade: na educação, no mercado de trabalho, na política. A psicóloga e pesquisadora branca e periférica Cibele Bitencourt explica quais são as vantagens que pessoas brancas levam em relação a não-brancas, mesmo sendo pobres e vivendo em periferias, e por que é preciso reconhecer e lutar contra isso. “A gente tem muito menos a ganhar com a branquitude”, aponta ela.

20:05 – Bala Perdida

O pesadelo de quem vive a rotina dos tiroteios no Rio de Janeiro – Reportagem: José Cícero da Silva Imagens e edição de vídeo: José Cícero da Silva Imagens de apoio: Coletivo Papo Reto Artes e finalização: Bruno Fonseca Editor e coordenador: Thiago Domenici.

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