Movimentação milionária nas contas de Mauro Cid mostram principal razão de seu silêncio na CPMI

A equipe do ICL Notícias e o professor de Literatura Comparada da UERJ e pesquisador do bolsonarismo, João Cezar de Castro Rocha, repercutem a análise do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que concluiu ser “incompatível com o patrimônio, atividade econômica ou a ocupação profissional e capacidade financeira” a movimentação bancária do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid. Ele movimentou R$ 3,2 milhões de junho do ano passado a janeiro de 2023.

“Pela primeira vez podemos ter certeza de que não se trata de lealdade política e ideológica a Bolsonaro, mas de auto defesa”, afirmou o professor sobre o caso. Ele avalia que o Exercíto seguirá apoiando Cid por também estar envolvido nas “armações realizadas pelo governo Bolsonaro”.

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