Tristeza e indignação marcam homenagem à artista venezuelana cruelmente assassinada

Julieta Hernández era uma artista venezuelana de 38 anos que viajava de bicicleta pela América do Sul. Autodenominava-se migrante nômade. Saiu do Rio de Janeiro em direção a Ppuerto Ordaz, na terra natal, para rever a mãe e desapareceu no dia 23 de dezembro. Teve o corpo encontrado em 5 de janeiro no município de Presidente Figueiredo, no Amazonas, com sinais de violência física e sexual. Segundo as investigações, foi uma morte com requintes de crueldade. O casal proprietário do refúgio onde Julieta se hospedou, confessou o crime, mas há contradições nos depoimentos. Ao redor do país, amigos e ativistas têm se mobilizado por justiça.

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