Vazamento de dados para fins políticos configuram crimes de responsabilidade, ameaça e penais

O advogado criminalista José Carlos Portella Junior, membro do coletivo Advogadas e Advogados pela Democracia, comenta o vazamento criminosa de dados de três médicos que defenderam a vacinação de crianças e adolescentes de cinco a 11 anos após audiência pública promovida pelo Ministério da Saúde. Entre os que compartilharam de forma criminosa os dados está a deputada Bia Kicis, presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Câmara dos Deputados, e aliada de Bolsonaro, contrário à imunização. Segundo o advogado, mesmo diante de uma série de denúncias, instituições demonstram timidez na hora de agir. “É mais um crime cometido por Bolsonaro e seus apoiadores que instituições passam pano, afirma Portella, contrariando o discurso de que o Brasil tem instituições fortes e democracia consolidada.

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